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A guerra do cálculo
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Geniais, vaidosos e inimigos. A guerra do cálculo narra magistralmente a história entre Newton, Leibniz e o maior embate matemático de todos os tempos No início do século XVIII, Sir Isaac Newton e Gottfried Wilhelm Leibniz se envolveram numa disputa que durou mais de dez anos, e seguiu até o fim de suas vidas. Os gigantes das matemáticas alemã e britânica, dois dos maiores cientistas de todos os tempos, brigaram acirrada e publicamente pela autoria do cálculo. Um dos mais importantes legados intelectuais do século XVII, o cálculo foi desenvolvido primeiramente por Newton, durante os criativos anos de 1665 e 1666. Ele o chamou de seu método de fluxos e fluentes. Mas o trabalho foi mantido em segredo durante a maior parte de sua vida. Newton apenas deixava circular algumas cópias particulares de seus projetos entre os amigos e nunca publicou sequer um trecho do seu estudo sobre cálculo. Isso só veio a ocorrer décadas depois. Leibniz debruçou-se sobre o cálculo durante os prolíficos anos que passou em Paris, por volta de 1675. Embora fosse um advogado e não tivesse nenhum treinamento formal em matemática, em poucos anos conseguiu harmonizar todas as descobertas de seus contemporâneos nessa área e, assim, conceber o cálculo. No decorrer dos dez anos seguintes, Leibniz refinou sua descoberta e criou um sistema totalmente original de símbolos e representações gráficas. Embora tenha sido, cronologicamente, o segundo, foi o primeiro a publicar seu sistema de cálculo. Se hoje em dia Leibniz e Newton são vistos como co-inventores independentes e ambos recebem crédito por terem dado o maior impulso à matemática desde os gregos, no passado a história foi outra. Acusações de plágio e desonestidade surgiram dos dois lados. No auge da guerra do cálculo, Leibniz e Newton atacaram um ao outro, tanto em segredo como abertamente, por meio de artigos publicados anonimamente e textos escritos por terceiros. A guerra do cálculo é um livro acessível e fascinante sobre o maior de
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