A Igreja de Jacó, é uma análise teológica, psicológica e ministerial que utiliza a trajetória da família de Jacó e a jornada de seu filho José como espelhos para a Igreja contemporânea, fundamentando-se no papel tríplice de reinar no espírito, governar no físico e administrar no natural. A obra desconstrói a visão idealizada das megaigrejas ao analisar o temperamento e as fraquezas da liderança original de Jacó (composta por apenas 18 membros familiares), marcada por conflitos de poder, ciúmes e duplicidade. A partir disso, o autor propõe um caminho de transformação na transição de Maanaim a Peniel, onde o indivíduo confronta sua verdadeira identidade, crucifica o ego e tem seu caráter moldado por Deus. Por fim, o livro aborda a formação de José na Escola do Anonimato passando pela cisterna, pela prisão e pelo serviço fiel como o modelo ideal de preparação e sucessão ministerial, concluindo que o selo de uma igreja madura e curada é a sua capacidade de gerar o perdão (Manassés) e a frutificação na aflição (Efraim).
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