Trabalho lindo, de fôlego! A escrita é fluida, viva, direta, simples, encarnada. Quanta paixão, cuidado e respeito pelo conhecimento. Não há letra morta, burocrática, ecolálica: há letra viva, que chora, se revolta, adocica, se expõe, se recolhe... É ensaio, como Camila nomeou, e é prosa. Camila proseia. O final é vertiginoso. Camila explode os cânones convencionais do discurso acadêmico e faz caber o inconsciente – a sua análise, a análise do seu paciente, da professora de francês – enfim, a Psicanálise, enquanto experiência do inconsciente, na academia. (Mara Caffé)
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