Em A sombra da agulha, Cleber Pacheco nos leva a um lugar onde o visível hesita e o invisível sussurra. Entre o rigor da razão e o impulso do mistério, sua escrita percorre os intervalos do cotidiano, onde o tempo se dobra e o gesto humano se revela em fragmentos. É nas sombras — onde tudo parece esquecido — que nasce o desejo de ser visto, prenúncio silencioso de um novo começo.
Em A sombra da agulha, Cleber Pacheco nos leva a um lugar onde o visível hesita e o invisível sussurra. Entre o rigor da razão e o impulso do mistério, sua escrita percorre os intervalos do cotidiano, onde o tempo se dobra e o gesto humano se revela em fragmentos. É nas sombras — onde tudo parece esquecido — que nasce o desejo de ser visto, prenúncio silencioso de um novo começo.