Em Além da Resiliência, Gilmar Alves Batista propõe uma ruptura silenciosa: compreender a Defensoria Pública como uma instituição que não apenas resiste aos choques, mas se fortalece a partir deles. A antifragilidade surge aqui não como moda conceitual, mas como critério de governança, cultura decisória e responsabilidade institucional. O livro questiona rotinas naturalizadas, desafia zonas de conforto e revela o custo oculto da estabilidade aparente. Não oferece fórmulas prontas nem soluções fáceis. Apresenta, em vez disso, uma lente incômoda e necessária para pensar o futuro das instituições de justiça em um mundo imprevisível.
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