O homem que se devora a si mesmo.A angústia que pulsa no silêncio. A fé que sangra. A revolta que não se cala.Em Antropófago de si, Gelson de Jesus Silva tece uma poesia de densidade rara: existencial, crítica, mística e profundamente humana.São poemas que não temem o confronto – consigo, com o outro, com o tempo, com Deus. Entre a solidão da cela e a exuberância das flores, entre o algoritmo que vigia e a casa interior que liberta, esta obra desenha o retrato de tempo que devora suas próprias possibilidades.Antropófago de si é um livro para quem busca poesia que não alivia, mas aprofunda e, no aprofundamento, revela.
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