Dizem dele, turrão. Outros respeitam a sólida cultura e o humor quase inglês, ferino, caústico. Roberto Bahiense não se aventura em um livro paixão de uma vida. Ele desenha pedaços da rotina do ser humano por vezes angustiado, outras debochado mas sempre atento. A saraivada de frases, contos minimos, fotografam com pouca luz, as vezes, contrastante outras, quadros de seres estranhos, humanos, como cada um de nós. Esse é um livro para pensar, rever a memória e encontrar, quem sabe, luzes do passado.
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