Quando Padú sentiu que D. Cabeleira queria lhe dizer algo, não foi isto que ele estranhou. Estava acostumado com estas coisas que sua mãe chamava de coisa de menino esticado: os pés no chão e a cabeça lááá nas nuvens. A amizade de Padú e D. Cabeleira é um lindo retrato do quão é valioso estimular a imaginação criativa inerente a toda criança e ainda, o quanto é importante conservar este tesouro vivo por toda nossa vida.
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