A Medicina Nuclear tem uma história fascinante que remonta ao início do século XX, com os primeiros experimentos de uso de elementos radioativos para diagnóstico e tratamento médico. A introdução de técnicas como a cintilografia, que permite a visualização de órgãos e sistemas do corpo através da detecção de radiação emitida por radiofármacos têm sido amplamente utilizada para diagnosticar uma variedade de condições médicas, desde doenças cardíacas, neurológicas, renais até o câncer. A Medicina Nuclear está em constante evolução. Os avanços nos métodos híbridos, como a Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET) combinada com Tomografia Computadorizada (TC) ou Ressonância Magnética (RM), como também a Cintilografia com SPECT-CT têm permitido uma imagem mais precisa e detalhada do corpo humano, auxiliando no diagnóstico e planejamento terapêutico de várias doenças. O PET/CT, em particular, juntamente com o surgimento de novos radiotraçadores específicos vem revolucionando a prática (...)
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