A história é conduzida por narrador onisciente, tudo sabe e tudo vê, no passado e no presente e, se quisesse, também no futuro. E desde o início presenteia-nos com um rodízio de personagens que frequentam mesmas frases, num estilo muito difícil para um escritor, mas que Pio Furtado logra sucesso. Seus parágrafos são, como regra, longos e isso exige do leitor paciência e atenção, porque a quantidade de informações é como uma cachoeira. (...) EM NOME DO SENHOR é para ser saboreado como o vinho, aos goles, bem acomodado. Pio Furtado sabe escrever. O mais cabe à recepção do leitor. José Carlos Laitano Academia Rio-Grandense de Letras
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