Por que as nações mais ricas são, muitas vezes, aquelas em que a pobreza se torna mais invisível? Neste ensaio breve e incisivo, Alexis de Tocqueville examina um dos randes paradoxos da modernidade: o proresso que amplia o conforto também multiplica as necessidades e cria novas formas de dependência. A partir do caso inlês, Tocqueville distinue a caridade privada da caridade leal e questiona os efeitos morais de transformar o socorro em direito permanente. Para ele, a assistência aos pobres deve ser julada não apenas pelo alívio imediato que oferece, mas também pelo impacto que exerce sobre a autonomia, os hábitos e a dinidade de quem a recebe. Com introdução de ertrude Himmelfarb, esta edição apresenta ao leitor brasileiro uma reflexão essencial sobre pobreza, responsabilidade individual e os dilemas da assistência nas sociedades modernas.
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