Os contos de Krishnamurti trazem um amálgama dos mundos sociais e individuais. Em meio às situações aflitivas, as pessoas tentam se conectar e apelam para a solidariedade e para a esperança, mesmo que o mundo macro da política, da administração, dos serviços essenciais e das relações humanas estejam tão conturbados. A leitura do livro nos leva a refletir que precisamos, todos nós, e cada vez mais, buscarmos coletiva e intimamente uma sabedoria universal e que, ao mesmo tempo, fale a cada um de nós para que possamos sobreviver em tempos tão difíceis como o nosso e alcançarmos e expressarmos o melhor de nossas próprias humanidades. Essas mesmas que se fazem tão densas e belamente presentes nas esplêndidas narrativas deste livro. [William Soares dos Santos, escritor]
Veja mais