Pedro era um cardiologista respeitado, um pai presente e um amigo fiel. Pelo menos, era o que todos pensavam. Ele se foi, mas não partiu em silêncio. Antes de falecer, Pedro deixou nas mãos de Raul, seu melhor amigo, cartas destinadas a cada membro da família e a ingrata missão de revelar as verdades que o silêncio da vida não permitiu dizer. Entre o luto e a indignação, entre o riso amargo e a saudade, seus familiares e amigos precisarão decidir: é possível perdoar alguém que já não está aqui para se explicar?
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