No livro, a autora analisa os impactos da degradação do ambiente laboral e discute o dano existencial como lesão que ultrapassa o prejuízo material e o sofrimento moral, atingindo o tempo de vida, a convivência familiar, o descanso, o lazer e a liberdade de realização pessoal. Com fundamentação jurídica consistente, a obra examina a responsabilidade civil objetiva do empregador e os desafios do Direito do Trabalho brasileiro na reparação de danos decorrentes de ambientes laborais nocivos. Mais do que uma análise jurídica, este livro propõe uma reflexão sobre a necessidade de humanizar as relações de trabalho no século XXI.
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