Lawanda trabalha num hospital, mas não está ali para lidar com os pacientes - não oficialmente, pelo menos. Ela é uma das encarregadas da limpeza. Mas, como os serviços de faxina são muito mal pagos, Lawanda precisa de outros meios para aumentar sua renda. Assim, presta pequenos serviços escusos aos internos do hospital. Com humor sagaz e desbocado, Juliana Frank narra as várias facetas do universo fantástico dessa jovem mulher que foge a todas as convenções. Elogiada por escritores como Clara Averbuck e Reinaldo Moraes (Juliana é inclusive uma das roteiristas do filme Pornopopeia, inspirado no livro de Reinaldo), a autora se firma na nova cena literária brasileira com seus escritos polêmicos, que vão desde as memórias de uma ex-atriz pornô - uma filosoquenga, segundo ela - até as mais variadas formas de loucuras e taras de toda sorte.
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