O abismo de seus sonhos — aquilo que ele continuamente sentia todas as noites — parecia agora mais real. Não era só o medo do desconhecido, mas uma busca incessante por algo que ainda não havia compreendido totalmente. Suas memórias, suas escolhas atuais — tudo parecia se acoplar de uma forma inexprimível, como se ele estivesse constantemente recuperando peças perdidas e pedaços desprendidos de sua própria existência.
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