Toda a trajetória de Hopkins como poeta, até sua morte precoce, em 1889, aos 45 anos, foi a da busca da perfeição: o que mudou foi sua compreensão do que seria a perfeição. No decorrer daqueles longos anos longe da poesia, ele não largaria a pena nunca. Em diários e ensaios escritos para si mesmo, como notas de estudo, desenvolveria uma complexa visão do que seria a beleza, do que seria a vida religiosa, do que seria a poesia, do que seria ser o que cada um é.
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