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Numa época em que a poesia parece já não fazer sentido, Ademir Assunção revela, neste livro, as vísceras de uma humanidade submersa em sua própria podridão. Um mundo em queda livre, povoado por figuras de poder, de decadência moral e política, de alienação, violência e hipocrisia religiosa.
Dividido em três partes, o conjunto radicaliza procedimentos estilísticos presentes em livros anteriores do autor: Risca Faca (2021), Pig Brother (2015) e A Voz do Ventríloquo (2012). A linguagem abusadamente escatológica – tanto no sentido bíblico quanto corporal –, muitas vezes alegórica, outras tantas beirando a fábula, detecta com precisão o mal-estar de um mundo que se autoconsome em alta velocidade.
Partindo do jogo de xadrez como metáfora do mundo atual e utilizando recursos estilísticos diferentes em cada uma de suas três partes (1. tercinas não rimadas, 2. fluxo de consciência pontuado por sinais gráficos, 3. versos livres de tradição modernista), este livro nos coloca frente a uma interrogação aterradora: diante da banalização, falsificação, mercantilização e esvaziamento das palavras, estaremos todos nós numa calamitosa situação de xeque-mate?
Numa época em que a poesia parece já não fazer sentido, Ademir Assunção revela, neste livro, as vísceras de uma humanidade submersa em sua própria podridão. Um mundo em queda livre, povoado por figuras de poder, de decadência moral e política, de alienação, violência e hipocrisia religiosa.
Dividido em três partes, o conjunto radicaliza procedimentos estilísticos presentes em livros anteriores do autor: Risca Faca (2021), Pig Brother (2015) e A Voz do Ventríloquo (2012). A linguagem abusadamente escatológica – tanto no sentido bíblico quanto corporal –, muitas vezes alegórica, outras tantas beirando a fábula, detecta com precisão o mal-estar de um mundo que se autoconsome em alta velocidade.
Partindo do jogo de xadrez como metáfora do mundo atual e utilizando recursos estilísticos diferentes em cada uma de suas três partes (1. tercinas não rimadas, 2. fluxo de consciência pontuado por sinais gráficos, 3. versos livres de tradição modernista), este livro nos coloca frente a uma interrogação aterradora: diante da banalização, falsificação, mercantilização e esvaziamento das palavras, estaremos todos nós numa calamitosa situação de xeque-mate?
| Selo | COBALTO |
|---|---|
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Autores | Assunção, Ademir |
| Acabamento | Capa Comum |
| Quantidade de Páginas | 128 |
| Origem | Literatura Brasileira |