Em O que vivo permanece, uma mulher escreve para não desaparecer. É um mergulho na escrita como refúgio. Neste romance contemporâneo de formato híbrido, o fim de um amor torna-se o ponto de partida para uma jornada vibrante. A narrativa fragmentada revela que viver de verdade deixa marcas e é isso que permanece. Entre humor, reflexão e mistério, a obra convida o leitor a desbravar os caminhos plurais da criatividade, provando que, mesmo no caos do fim, a arte é o que nos mantém inteiros.
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