São poesias escritas pelo autor ao longo do tempo, nos últimos dez anos e refletem as experiências e ambientes da Amazônia, especialmente Santarém, Belém, Manaus, o rio Tapajós e Amazonas. Às vezes a poesia passeia pelos lugares como se quisesse mostrá-los, outras vezes se aventura contando acontecimentos e pessoas quase como uma crônica, mas o registro que atravessa toda a poesia do autor são as pessoas, a floresta e suas gentes e seus entes, e os seus rios, os seus bichos, as suas cidades por um andar intimista com as suas pessoas quase livres, felizes talvez nas tecituras do tempo.
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