Traça um panorama linguístico da Amazônia não indígena, desconstruindo equívocos e preconceitos. Ao pesquisar sobre os percursos da língua dessa região entre os séculos XVII e XX, o autor pontua interfaces da língua portuguesa com as línguas dos tupinambás e de outros povos da região. Apresenta o nheengatu como a língua geral da região – sobretudo entre os membros da etnia baré -, a qual coexistia com o baniwa, o tukáno e o próprio português.
Veja mais