Profundo e implacável pessimista da filosofia ocidentalSchopenhauer (1788 1860) cantou com tristeza as misérias da existência humanamas louvou como ninguém as belezas da música e da arte. M. Tanner enfrenta os paradoxos schopenhaurianos e revela a coerência que subjaz a elesneste tratado que redescobre um dos maiores filósofos da tradição ocidental.
Profundo e implacável pessimista da filosofia ocidentalSchopenhauer (1788 1860) cantou com tristeza as misérias da existência humanamas louvou como ninguém as belezas da música e da arte. M. Tanner enfrenta os paradoxos schopenhaurianos e revela a coerência que subjaz a elesneste tratado que redescobre um dos maiores filósofos da tradição ocidental.