Vida retrata o close e o corre dos movimentos que não cessam ? nem por um instante. Ciente de que ela seguia ininterruptamentesem me dar tempo de respirarsem se importar com o que eu sentia ou faziaentendi: a vida tem seu próprio ritmodo qual euquiçáconseguiria impedi-la de me atravessar. Emesmo que eu tentasse driblar seus atravessamentosela me atravessaria de qualquer forma. Foi então que deixei de resistir. Me pus ao seu lado. Em paraleloestendi-lhe a mão ? e fui. Dancei com ela. Bailei com ela. Vivi com ela. E a cobri de palavras: poemascontoscrônicas e imagens que eternizam os instantes em quesurpreendentementeeu estive inteira ? vivendo. Sem parar a vidaaprendi a caminhar com ela ? de mãos dadassem pressasem deixar de saborear...
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