A poesia de Bioque Mesito é um grito telúrico em nome da sua aldeia (um eu lírico que reage contra a derruição de uma cidade e seus mitos). Neste seu A desordem das coisas naturaishá uma franca mirada na convergência desses valoresinundados pela vida modernaque avança sobre a História sem qualquer reverência. Sua voz poética dialoganaturalmentenão apenas com issomastambémcom seus companheiros de viagem no tortuoso caminho das palavras. Com issosua obra se irmanapar e passoscom o que há de melhor na poesia maranhense atual. [Por Salgado Maranhão]
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