A Guerra Ideológica Marxista, também chamada de guerra revolucionária, é um tema atual e a maioria dos conflitos sociais e dos conflitos entre Estados, ou entre Estados e grupos beligerantes, tem na sua origem a ideologia marxista. É uma espécie de guerra que se luta, predominantemente, em tempos de paz, partindo da destruição do indivíduo, da família tradicional e, por fim, do Estado, que busca tomar e, supostamente, extinguir. O seu teatro de operações, embora possa não parecer, é a mente humana, condicionando-a a direcionar o comportamento da população a um padrão previamente definido pelas lideranças revolucionárias. Na paz ou na guerra propriamente dita, a comunicação é a sua principal arma, sendo especialmente útil na destruição do indivíduo e da família tradicional. Nessa obra, o autor examina a Guerra Ideológica Marxista nos seus aspectos interno e externo, ou seja, nos seus fundamentos filosóficos, doutrinários, operacionais e organizacionais, incluindo as múltiplas faces com as quais se apresenta, sem deixar de lado as espécies de agentes que qualifica e utiliza. O aspecto cultural da Guerra Ideológica Marxista é examinado em profundidade, com destaque para o gramscismo e para o marxismo religioso, nas três grandes religiões monoteístas. Um instrumento da sua atuação, o terrorismo, é abordado em suas formas antigas e atuais, de modo a permitir ao leitor uma visão mais ampla possível sobre o tema.
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