Um fogo arde no peito e ventos sopram aos ouvidos sentimentos descontínuos, que descobrem o véu da razão e expõem ao inacreditável as palavras de uma deusa-mulher-nua, menina entregue à lascívia de cantar poesia. Neste livro de estréia, a autora alinhava, em pontos frouxos – dor, amor, loucura, desejos e medos –, sentimentos que a compõem, em notas dissonantes de uma canção, feita por mergulhos genuínos nas suas águas profundas.
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