Antropomagia soa como um manifesto de devoração, ecoando o Movimento Antropofágico brasileiro por meio de escritos e ilustrações que propõem uma experiência poética e estética capaz de atravessar corpo, alma, memória e território, pronunciando manifestações culturais, afetivas e simbólicas dos Brasis. Entre versos líricos, críticos e experimentais, a obra convida o leitor a percorrer caminhos onde a palavra incorpora história, som, imagem e sentidos, tal como uma oralitura, que pulsa enquanto o autor investiga, com sensibilidade e encantamento, os mistérios que habitam a experiência humana e a dimensão mágica do viver.
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