Em Canção dos corpos, Leacide Moura, mulher amazônida e voz insurgente, transforma sua trajetória de luta feminista e educadora em poesia que vibra como um tambor ancestral. Seus versos evocam bruxas, lobas e irmandades, celebrando corpos como territórios sagrados e denunciando silenciamentos históricos. Com lirismo e força, a autora convida o leitor a uma roda de resistência, memória e afeto, onde cada palavra é um gesto de liberdade e comunhão.
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