[...] Portanto, caro leitor, fique leve, que eu tentarei ser fiel ao propósito da crônica. E mesmo que nem sempre eu consiga fazê-lo sorrir, quem sabe poderei fazê-lo refletir? E que ao terminar de ler este livro, esteja presente ali no canto da boca, um discreto e minúsculo sorriso. Pode ser que seja como aqueles das lembranças da infância ou mesmo daqueles meio sem graça; mas ainda assim, um sorriso. E aí sim, o propósito da crônica estará completo. Pois acredito que qualquer graça seja melhor do que graça nenhuma.
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