Neste livro de crônicas líricas e profundamente sensíveis, Claudio Queiroz transforma o cotidiano amazônico em território de memória, mistério e poesia. Ele sabiá e outras histórias convida o leitor a caminhar por veredas onde o tempo é sentido na pele, o invisível ganha corpo, e as palavras são como borboletas em busca de pouso. Entre ilhas que desaparecem, pássaros que anunciam ausências e frutos que ensinam sobre partilha, cada página vibra com a dor e a beleza de existir.
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