O que significa estar cansado da vida quando nada, aparentemente, está errado? Este ensaio propõe uma travessia reflexiva por esse estado difuso e silencioso que atravessa o cotidiano de muitos. Sem recorrer à autoajuda ou à abstração excessiva, o livro investiga com profundidade filosófica, sensibilidade existencial e rigor conceitual as razões do cansaço e as possibilidades de descanso. Entre o corpo, o tempo, os vínculos e o sentido, emergem formas outras de habitar a vida — mais lentas, mais conscientes, mais reconciliadas. Um convite à pausa como gesto de resistência e à escuta como forma de cuidado. Pensar, aqui, também é uma forma de repousar.
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