Em DIAS DE SANATÓRIO, a escrita fragmentada espelha a descontinuidade da convalescença. Este livro percorre pelo tempo suspenso do isolamento, explorando a solidão, a memória e a frágil fronteira entre a cura e a doença. Por meio de registros interrompidos, o livro convida o leitor a habitar o silêncio do quarto fechado, confrontando a imobilidade do corpo com o vagaroso retorno à vida.
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