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Finanças comportamentais e o excesso de confiança
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A obra tem por objetivo analisar como a economia, finanças comportamentais e os fatores psicológicos se relacionam e moldam a confiança. Para tal, iniciou-se uma revisão bibliográfica, sobre a evolução da economia, a qual pregava a plena racionalidade, bem como a inserção gradual de elementos não racionais, gerados por fatores psicológicos, até o surgimento das ciências mistas da economia e das finanças com a psicologia. Houve a demonstração de notórios casos sobre o tema, como do excesso de confiança na tomada de decisão e de incertezas. Ademais, procedeu-se à definição do risco e da confiança, bem como à introdução de possíveis elementos que moldam esses fatores. Os dados foram coletados por meio da aplicação de questionário a alunos de uma instituição de ensino superior em Ubá no interior de Minas Gerais, contendo questões pessoais sobre os participantes, questões sobre finanças e sobre o risco assumido. O tema abordado é relativamente novo e em desenvolvimento no Brasil, ao passo que, no exterior, o tema é amplamente debatido. Os dados foram analisados com um caráter estatístico, buscando relações entre as variáveis essenciais sobre os participantes. Posteriormente, desenvolveu-se um modelo econométrico para analisar as variáveis, a fim de compreender como se forma a confiança dos indivíduos. E pode-se observar com significância estatística o quanto um efeito comportamental invisível e pouco discutido, como o excesso de confiança, pode afetar as escolhas do agente.
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