A partir de uma perspectiva territorializada e popular, o estudo aborda a formação para além dos espaços escolares, valorizando experiências culturais, organizativas e pedagógicas vividas nos coletivos, nas escolas do campo e nas articulações em rede. A juventude, as mulheres e a memória coletiva emergem como eixos fundamentais na construção de uma Educação do Campo comprometida com a transformação social. Este não é apenas um exercício acadêmico, mas uma expressão política enraizada na terra, na militância e na luta. Uma leitura para quem acredita que educar também é um ato de resistência.
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