A última volta que fiz por tão velhas plagas – faz pouco mais de um ano - me trouxe a memória de tantas pequenas histórias que só contei em parte para a minha família, amigos e companheiros. Eles já navegaram comigo Para Além dos Verdes Mares e são convidados agora a palmilhar de novo as muitas ruas e vielas do exílio, nesta nova coletânea de recordações. Cismando e olhando o mundo todo que eu descortino do terraço da minha casa, na cidade alta de Olinda, pensei: será que exílio dá samba? A pergunta eu a fiz em sonho, ao meu irmão poeta, cordelista e músico de muitos ritmos e instrumentos. A resposta foi pronta e intempestiva: Dá sim!....
Veja mais