Nesta fábula, Julio Corrêa conta a história de dois coelhinhos de pelagens de cores diferentes. Um branquinho e outro cinza. Partindo desta diferença, desenvolve-se temas como a discriminação racial e social. Com uma linguagem simples, porém com mensagens profundas, o narrador vai, poeticamente, passeando por estes assuntos, levando à reflexão do leitor ou espectador, enfatizando que Ainda bem que nunca é tarde para aprender. A vida é um eterno recomeçar e A amizade faz-nos felizes, mais leves. Por isso, gosto de todos, sem distinção. Nancilia Pereira Escritora
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