No seu livro inaugural, Os Grilos que do Oitão Me Chamam, Luciano Duarte proporciona uma visão poética do cotidiano, onde os animais se convertem em elementos táteis que despertam memórias e reflexões. Através de uma linguagem simples e evocativa, o eu lírico pondera obre a vida e suas vivências, valendo-se dos animais como metáforas para explorar sua própria jornada interior.
No seu livro inaugural, Os Grilos que do Oitão Me Chamam, Luciano Duarte proporciona uma visão poética do cotidiano, onde os animais se convertem em elementos táteis que despertam memórias e reflexões. Através de uma linguagem simples e evocativa, o eu lírico pondera obre a vida e suas vivências, valendo-se dos animais como metáforas para explorar sua própria jornada interior.