Era bissexual, apaixonouse pelo enteado. E foi mimo´loga. Viajou pela Franc¸a com uma pec¸a em que atuava com outra mulher e beijavamse em palco; eram vaiadas e execradas em algumas cidades. Proust adoravaa. Jean Cocteau idem. Simone de Beauvoir consideravaa uma monstra sagrada. Julia Kristeva escreveu 3 tomos sobre ela. Foi diretora da Academia Goncourt, na maioria homens. Sua obra e´ composta por 3 volumes, na Ple^iade. Ficou mundialmente conhecida pelo filme Gigi (com Audrey He1x1urn), baseado em obra sua. Quando morreu, a igreja cato´lica francesa se recusou a fazer as exe´quias. Coube ao Estado france^s homenagea´la. Nos 150 anos do seu nascimento, e 70 da sua morte, a escritora francesa, Colette, continua a arrebatar a admirac¸a~o de gerac¸o~es, sobretudo pela sua ousadia ao suplantar os preconceitos e impor a sua voz liberta´ria. A Cobalto acompanha esse movimento e lanc¸a nova tradução do seu cla´ssico, Querido (Che´ri).
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